Business Intelligence e a Assertividade na Gestão de seus Negócios

Muito tem-se falado em Inovação, Gestão Assertiva, Tecnologia. Mas como gerenciar e, principalmente, unir isso tudo? Existem algumas ferramentas de gestão, alguns indicadores que auxiliam na tomada de decisões, mas uma das ferramentas tecnológicas que mais auxiliam os gestores atualmente é o B.I. (Business Intelligence). Afinal, para que todos os processos de uma empresa funcionem corretamente, é preciso que as informações estejam condensadas, que estejam apresentadas de forma objetiva, para que o tempo para a tomada de decisão seja de fato otimizado.

As empresas podem estar produzindo, vendendo, comprando, recebendo, pagando, contratando, demitindo, divulgando, enfim, várias são as operações de uma empresa e normalmente estas são feitas todas ao mesmo tempo, por pessoas e sistemas diferentes. Mas ainda muitas tomadas de decisões são baseadas no feeling do gestor. Quando muito, existe um sistema que demonstre indicadores, mas muitas vezes eles estão desconectados com os demais processos, são vistos de maneira isolada.

Essas decisões baseadas em informações isoladas normalmente guardam um grande risco para empresa, pois algumas consequências são geradas de maneira inesperada. Isso ocorre quando, por exemplo, a decisão tomada gerou algum impacto em processos periféricos, subordinados ou mesmo anteriores àquele que foi observado. Mas antes de falarmos propriamente em Business Intelligence, vamos rapidamente falar de Gestão.

É comum ver todos nas empresas de cabeça baixa trabalhando, todo mundo mesmo, desde o pessoal do operacional, da produção, inclusive os gestores. Ou os gestores imersos em reuniões com sua equipe para tomada de decisões, reuniões cansativas, demoradas e em algumas vezes cheio de justificativas geradas através de relatórios desenvolvidos pelos próprios colaboradores. Nessas horas, pergunto, quem está olhando a empresa de cima? Quem está tendo a visão 360 ͦ, de maneira holística e verdadeira, sem influências ou o que chamamos de “maquiagens”? E quanto tempo desprendido para a geração destes relatórios e reuniões cheias de subjetividades?

Costumo dizer que tudo que fizemos dentro de uma organização de alguma maneira deveria ser monitorado e registrado, seja tempo, produtividade, vendas, atendimentos, registros de entradas e saídas, enfim, tudo deveria estar registrado com dados, informações. Mas que tipo de informação? Àquelas que podemos utilizar depois para tomadas de decisões, porém de maneira estratégica.

Percebe-se que a maioria dos sistemas utilizados nas organizações registram estas informações, porém não é dado devida importância aos registros e, quando é dado, estes são somente utilizados como ferramentas de justificativas e não de tomada de decisões. Ou são somente dados, que estão registrados em algum local de um software ou de uma planilha.

Os dados só são úteis se estes se transformarem em indicadores. Os indicadores são os dados tratados de maneira que se referenciam por metas e propósitos de um determinado processo, e normalmente estes estão expressos em percentual.

Resumindo, sem indicadores, não se faz gestão.

São vários os indicadores que compõem um processo, um setor e de toda a empresa.

O B.I. vem com o conceito de organizar todas estas informações e indicadores e expressar de maneira assertiva através de gráficos, painéis, enfim, da melhor maneira de visualização que o usuário desejar.

Novas tecnologias estão surgindo, sejam com os varejistas que através de sensores já conseguem monitorar quantos clientes param na porta e entram, quantos param em frente a vitrine e não entram, sensores que monitoram o “calor” dos clientes no momento da compra, sistemas que trazem informações de quais produtos são mais vendidos. No setor financeiro, podemos verificar dados de quantas entradas e saídas tivemos no caixa, quem pagou por boleto, quem pagou por TED, onde estão localizados o maior número de clientes e onde estão as maiores receitas, onde estão os inadimplentes, qual região concentra os melhores clientes.

Enfim, são dados que não acabam mais. Normalmente, tudo dentro de um sistema, de um supervisório, mas quando é necessário tomar decisões, normalmente o que se faz é buscar essas infinidades de informações uma a uma, jogar para uma planilha e transformá-la em um gráfico.

Muito trabalho e, algumas vezes, pouca efetividade. E mais: normalmente, apenas como justificativa para uma decisão que já foi tomada.

Com o Business Intelligence, é possível trazer todas estas informações em uma tela e fazer com que as decisões deixem de ser subjetivas, baseadas em feeling e passem a ser assertivas.

Em nosso sistema da Innova Connect, o InnCash, temos um Dashboard que traz as informações financeiras geradas a partir do B.I., que facilitam o dia-a-dia do gestor financeiro.

Costumamos dizer que praticamente todas as operações financeiras ficam alocadas em três telas, uma do Dashboard para auxiliar na tomada de decisões do gestor, uma da operação do caixa e a outra para o gerenciamento das operações.

Business Intelligence, ou em português Inteligência de Negócios, é uma ferramenta que extrai exatamente àquelas informações interessantes e entrega estas já de maneira tratada para facilitar o dia-a-dia dos gestores nas tomadas de decisões. Menos subjetividade, menos riscos aos negócios, menos retrabalho, mais assertividade, objetividade e menos tempo para decidir e agir.

Quer saber mais sobre B.I. e como ele funciona? Entre em contato conosco!

Rafael Cardoso Cruz

Consultor Comercial da Innova Connect

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